Uma vez gay, gay para sempre?

O homossexualismo, à luz da Bíblia, não deixou e nunca deixará de ser pecado. Sendo pecado, é algo que nos afasta de Deus e, em suma (como todo e qualquer pecado), causa, em nós ou no outro, algum tipo de mal. Todas as atitudes catalogadas por Deus como pecado foram assim tipificadas não por Deus ser um irresponsável pretensioso que quer brincar com a nossa cara, escolhendo sem critério algum o que é correto e o que não é. Deus deseja que não cometamos pecado por este não nos fazer bem.

Muitos homossexuais, mesmo que inconscientes em relação ao fato de tal prática se constituir em atitude abominável a Deus, escutando uma vozinha interior que denuncia que algo não está certo, ou dando ouvidos a conselhos de pessoas cristãs, têm tentado deixar o homossexualismo.

Pra estes indicamos o livro citado abaixo, assim como o site http://www.exodus.org.br, crendo que Deus tem planos maravilhosos para cumprir em suas vidas e que, com certeza, o homossexualismo não faz parte destes  planos.

Ira & Tiago Campos 


Restaurando a Identidade – Uma nova liberdade para homens e mulheres

de Bob Davies & Lori Rentzel

Editora Mundo Cristão, 1997

 

Atenção: Este não é um livro teórico!!!

É um guia prático para quem deseja libertar-se da atração sexual por pessoas do mesmo sexo. Estuda a homossexualidade em todos os seus ângulos possíveis: biológico, espiritual, psicológico, social, relacional e bíblico. Foi escrito e prefaciado por pessoas que venceram o homossexualismo e o lesbianismo, e hoje, servem a Cristo de maneira vitoriosa.

Seus  capítulos foram escritos baseados em princípios bíblicos que podem ser aplicados à vida diária de quem está lutando contra tendências homossexuais. Suas páginas estão cheias de histórias de outros cristãos que lutaram contra o homossexualismo, venceram-no e hoje revelam porque fracassaram, como triunfaram e quais são os segredos que funcionam.
Restaurando a Identidade inaugura uma nova fase de debate e orientação sobre um dos assuntos mais cercados de tabu, incompreensão e preconceito.

“Uma vez gay, para sempre gay”.

É um conceito comum na comunidade homossexual. Muitos gays e lésbicas acham que nasceram homossexuais. Não se lembram que escolheram conscientemente ser atraídos por pessoas do seu próprio sexo. Por isso, a lógica corrente diz que o homossexualismo deve ser genético ou hormonal, e não há nada que possa ser feito a respeito disso.

Tal idéia parece lógica, mas não cremos que se fundamente na verdade. Tanto as Escrituras e muita literatura secular fornecem evidências de que o homossexualismo, apesar de profundamente arraigado e habitualmente praticado, pode ser vencido – como estilo de vida e como identidade.

Com bases firmes, tanto bíblicas quanto científicas, os autores trabalham a questão da plena restauração da sexualidade daqueles que se dispõem a tal. Mas, deixam muito claro que é uma caminhada longa, pois não existe mágica para a restauração rápida.

A história de Lori Rentzel e de Bob Davies

Nós, os autores deste livro, estamos trabalhando no campo do ministério com ex-gays desde 1969, quando nos engajamos na equipe de “Amor em Ação”em São Rafael, na Califórnia. Ambos estivemos envolvidos na liderança da “Exodus Internacional”, uma rede mundial de ministérios com ex-gays. Desde 1985, Bob tem servido como diretor executivo da “Exodus”. Apesar das semelhanças no envolvimento em nosso ministério, entramos neste campo de trabalho por motivos muito diferentes.

A História de Lori

Em uma noite de outubro de 1977, comecei o meu turno de conselheira por telefone para uma linha cristã especial de 24 horas atendendo pessoas em crise, em Mineápolis. Enquanto aguardava que os aparelhos começassem a tocar, uma amiga minha colocou um exemplar do “Amor em Ação” em minhas mãos. : “Lori, veja isto”.

Li que o “Amor em Ação” estava procurando alguém com capacidade para redigir, experiência em escritório, e interesse em homossexualismo, para trabalhar em seu escritório ministerial e colocar em ordem o material de aconselhamento.
“Parece que sou eu” disse, e minha amiga concordou. Além de aconselhar por telefone numa linha especial, estudei jornalismo na faculdade, trabalhei alguns anos como reporter de jornal, e na época era recepcionista. O mais significativo é que recentemente aprendera muita coisa acerca do homossexualismo, mais do que jamais havia esperado aprender.

Através de um relacionamento com uma amiga íntima que estava procurando ajuda cristã para vencer o homossexualismo, havia descoberto que essa ajuda era difícil de encontrar. Para pessoas saindo das drogas, do álcool, ou até mesmo da prostituição, havia grande quantidade de aconselhamento e apoio cristão. Para o homem e a mulher tentando abandonar o homossexualismo tal aconselhamento quase inexistia,
Além disso, em 1977, qualquer material sobre homossexualismo vista da perspectiva cristã era raro. Alguns poucos artigos equilibrados estavam disponíveis, mas a maioria deles era mal redigida, desencorajadores ou sensacionalistas. (“Fui libertado de dez demônios do homossexualismo, e agora estou totalmente livre!”)

Depois de ler o boletim do “Amor em Ação”, fiquei entusiasmada pela oportunidade de me envolver pessoalmente na mudança daquela triste situação. Uma troca de cartas e uma visita ao ministério confirmou a todos os envolvidos que eu pertencia ao “Amor em Ação”. Por isso, em janeiro de 1979, tomei um jato da “Northwest Oriente”, trocando a gelada Mineápolis pelas colinas verdejantes de San Rafael, na Califórnia.Eu acreditava apaixonadamente na cura prometida na Bíblia e na transformação das pessoas que saíam do homossexualismo e o lesbianismo. Meu alvo,quando cheguei ao “Amor em Ação”, foi transmitir essa esperança escrevendo. Mas nada que vale a pena vem com facilidade. Envolver-se no ministério com homens e mulheres mudando uma coisa tão profunda como a identidade sexual tem um preço. Eu não permaneci como uma observadora útil mas,  imparcial por muito tempo. Preparando-me para ministrar aos outros, Deus permitiu que eu enfrentasse os meus próprios e desesperadores pecados íntimos, minhas lutas, opiniões erradas e inseguranças.

Nos anos seguintes, morei nas casas comunitárias do ministério, partilhando a vida diária com homens e mulheres que estavam saindo do homossexualismo e lesbianismo. Passamos inúmeras horas conversando, orando, chorando, partilhando confidências – e, além disso, apenas saindo e nos divertindo juntos. Alguns dos meus melhores e mais profundos relacionamentos foram formados naqueles anos. Ao partilhar moradia e amizades com mulheres que buscavam a cura do lesbianismo, aprendi muito acerca de mim mesma. Áreas frágeis em minha própria identidade sexual vieram à tona. Embora nunca estivesse envolvida em um relacionamento lésbico, passei por um período de diversos meses durante os quais experimentei forte atração sexual e emocional por mulheres. Precisei examinar minhas feridas e atitudes, pedir ajuda e apoio de oração de homens e mulheres cristãos e de confiança que me cercavam.

Essas tentações particulares passaram, mas nunca mais vou considerar a minha sexualidade como uma coisa solidificada. E não passa um ano sem que eu questione, examine e ore sobre alguma faceta do que significa ser uma mulher ou descubra uma nova área de minha sexualidade que precisa  ser curada e redefinida. Como mãe de três filhas pequenas, tenho motivação maior para descobrir e abraçar todo o plano de Deus para mim como mulher.

A História de Bob

Não vou me esquecer nunca do dia quando, aos 14 anos de idade, li um livro para adolescentes sobre “os fatos da vida.” Quase no final havia um capítulo que descrevia os sintomas do homossexualismo. Para espanto meu, descobri que todas aquelas características se aplicavam a mim!
Fui criado na igreja; oração, leitura diária da Bíblia e freqüência semanal à Escola Dominical eram hábitos arraigados em mim. Então como eu poderia ter esse problema? Imaginei.

Em vez de buscar ajuda, escondi meus temores, afastei-me de todos e finalmente parei de freqüentar a igreja. Por que eu iria continuar freqüentando, quando Deus  parecia ignorar minhas mais profundas necessidades? No fim de minha adolescência, enquanto freqüentava o primeiro ano na Universidade de British Columbia, em Vancouver, no Canadá, consegui livros sobre homossexualismo e fiquei conhecendo a grande subcultura gay das cidades norte-americanas. Curioso, comecei a freqüentar livrarias para adultos e a ler revistas homossexuais. Apenas a culpa e o medo me afastaram de buscar encontros sexuais de verdade com outros homens.

Finalmente, diversos anos depois, fiz uma confissão de fé pública e fui aceito como estudante no Seminário de Prairie, em Three Hills, em Alberta, E.U.A . Durante os três anos seguintes, fui espiritualmente fortalecido com uma constante dieta da Palavra de Deus, tanto nas salas de aula como em meus estudos particulares. Minha auto-confiança desabrochou enquanto experimentava amizade íntima com outros homens – uma coisa que eu nunca experimentara antes. Mas mantive meus desejos homossexuais como um segredo profundamente oculto. Nos anos seguintes tentei esquecer minhas contínuas lutas homossexuais. Comecei o treinamento para o campo missionário. Continuava sendo sexualmente virgem, mas o impulso para os relacionamentos homossexuais estava se tornando mais forte. Então, um dia li um livro que mencionava o trabalho do “Amor em Ação”, e pedi o seu boletim mensal. Finalmente, em 1978, cheguei à conclusão de que minhas lutas sexuais nunca seriam resolvidas sem alguma ajuda especializada. Escrevi para “Amor em Ação”(cuja sigla em inglês é LIA, “Love in Action”) e pedi matrícula para o seu programa de internato. 

No verão de 1979, fiz algumas descobertas espantosas. Entendi que, por causa de minhas próprias lutas homossexuais, poderia dar apoio significativo a outros que enfrentavam batalhas semelhantes. E considerando que nunca me havia entregue a práticas sexuais, poderia oferecer valiosos conselhos sobre perseverança e guerra espiritual. Meu compromisso inicial de verão estendeu-se por seis meses, depois um ano.Antes que percebesse, a minha vida havia mudado radicalmente. Comecei a editar o boletim mensal do ministério, escrever nova literatura e falar em seminários locais.

Deus continuou operando em minha vida. Para grande surpresa minha, descobri que o homossexualismo não era o meu único problema. Os desejos ilícitos por pessoas do mesmo sexo eram apenas um sintoma externo de ferimentos emocionais mais profundos que precisavam de cura. Através do grupo de apoio do LIA, fui capaz de confessar francamente tais lutas como insegurança, o medo e a inveja que sentia dos outros homens. O amor incondicional de minha igreja também foi fundamental para o meu crescimento – especialmente o apoio de homens corretos. Por causa de minha função na equipe de “Amor em Ação”, todos conheciam o meu passado. Mas os homens em minha igreja não tinham medo de demonstrar sua aceitação através de um sorriso ou um abraço caloroso.

Durante toda a minha vida lutei contra sentimentos de inferioridade diante de outros homens. Mas, através da afirmação desses homens cristãos, lentamente comecei a sentir-me como mais “um dos rapazes”. Havia recebido um pouco dessa reafirmação do mesmo sexo no seminário, e a cura continuava…

Eu e Bob temos feito muita leitura e pesquisa sobre homossexualismo e lesbianismo, examinando-os de ambos os pontos de vista, o secular e o cristão. Ambos experimentamos muita cura em nossas vidas e sexualidade. Mas talvez a melhor coisa que temos para partilhar neste livro é a nossa experiência de viver durante anos “nas trincheiras” com homens e mulheres passando pelo processo torturante e espantoso de  serem curados em suas identidades sexuais. Estivemos lá, conversando sobre decisões, engalfinhando-nos com perguntas difíceis, vendo a esperança aparecendo no rosto das pessoas. Temos lutado juntos, partilhando a estrada da cura.

Temos testemunhado curas sólidas e substanciais em tantos homens e mulheres através dos anos que podemos dizer sem hesitação: “Existe cura para homossexualidade. Para o homem ou mulher que realmente desejam, há esperança e cura em Cristo”. Durante os 14 anos passados, conhecemos pessoalmente centenas de homens e mulheres que deixaram para trás o estilo de vida gay e lésbico. Vamos partilhar mais de suas experiências neste livro. Através de nossos anos de envolvimento prático no ministério, aprendemos que cada pessoa que procura vencer o homossexualismo é diferente. Aqueles que saíram do homossexualismo abrangem uma grande variedade de idades, personalidades, ocupações e denominações eclesiásticas.

Alguns ex-gays e antigas lésbicas estiveram antes mergulhados na subcultura homossexual de cidades como San Francisco ou Nova York por várias décadas. Outros enfrentaram uma luta silenciosa, não confiando em ninguém, jamais passando por uma experiência homossexual – mas lutando profundamente com fantasias e desejos por relacionamentos com pessoas do mesmo sexo. Agora, alguns desses homens e mulheres foram libertos do envolvimento gay há dez ou vinte anos. Eles não estão apenas contendo seus fortes anseios homossexuais ou lésbicos. Houve uma verdadeira solução para essa questão em suas vidas.

Não existe um plano idêntico de ação para cura, nenhum remédio instantâneo ou fórmula mágica. Alguns desses vencedores encontraram toda a ajuda de que precisavam em suas igrejas locais. Muitos outros encontraram apoio em um ministério local de ex-gays, como o “Amor em Ação”, que oferece aconselhamento e grupos de apoio em encontros semanais. Outros ainda, homens e mulheres – aqueles com sintomas profundamente enraizados e precisando de experiência profissional – buscaram terapia psicológica particular adicional.

Este livro não vai responder a todas as suas perguntas. Mas esperamos que sirva como introdução às questões mais importantes que você vai enfrentar quando buscar vencer o homossexualismo. Enquanto estiver lendo sobre como Deus operou nas vidas de outros homens e mulheres, verá outras opiniões e receberá encorajamento para o seu próprio processo de recuperação.

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