Existem profissões que não podem ser exercidas por um crente?

Trabalhos impróprios ao evangélico. Isso realmente existe?

 

 

Conseguir um bom emprego nos dias de hoje não é uma tarefa nada fácil. Para o servo de Deus, essa realidade torna-se um pouco mais complicada diante de certos valores espirituais e sociais. Você consegue se imaginar trabalhando num lugar onde o ambiente não é saudável, onde o pecado impera? São diversos os casos de crentes que trabalham em locais que não o edificam e logo o colocam em xeque: permanecer ou mudar de trabalho?

Numa das edições do debate promovido diariamente pela Rádio 93 FM, foi discutido um tema proposto por um ouvinte que, através de e-mail, contava à emissora que trabalha com o pai, não crente, em seu bar, servindo bebidas alcoólicas, e que isso trazia um peso sobre sua vida.

O cantor Marquinhos Menezes, que participou da mesa de discussão, compartilhou que a sua atual secretária, Fernanda Dutra, trabalhava numa boa empresa e tinha um ótimo salário, mas o relacionamento profissional com seus chefes, em determinado momento, passou a não ser mais sadio. Deus, falando ao coração dela, a questionou: "Até quando você vai continuar trabalhando nessa fábrica de morte?". A moça entregou a situação nas mãos do Senhor e Ele foi fiel com esta profissional, segundo relatou o cantor.

A própria Fernanda conta que, embora tivesse uma boa situação financeira no antigo emprego, o ambiente ali não era recomendável. "Eu trabalhei numa fábrica de cigarros por seis anos. Comecei na produção e depois de cinco meses fui transferida para o escritório para trabalhar diretamente com os diretores da empresa. O ambiente era muito pesado porque a vida daqueles homens era de adultério e prostituição, e eu, por ter uma boa aparência e ser muito simpática, passei a ser assediada sexualmente por eles. Passei a me sentir mal naquele lugar e comecei a orar ao Senhor sobre minha situação. Ele me incomodou sobre a minha permanência naquela "fábrica de morte". Deus foi fiel e mudou a minha história, me dando um outro emprego", declarou.

Como se comportar diante dessa situação?

Ana Lucia Marinho da Silva Santos, analista de Recursos Humanos da TMB Telecomunicações Móveis do Brasil, explica como um profissional pode proceder diante de uma situação de trabalho que está, de alguma forma, lhe trazendo prejuízo. "Se um profissional trabalha dentro de um ambiente hostil, acho que o primeiro passo é colocar tudo na balança e avaliar até que ponto é viável suportar tal situação. Penso que a melhor alternativa para este profissional é começar a pensar em mudar de empresa, já que não existe nada pior do que passar oito horas por dia num lugar onde não se trabalha em paz. Na verdade, o serviço não rende", aconselha.

O pastor Marco Antônio Peixoto (Comunidade Internacional da Zona Sul) explica que se um novo convertido trabalha num ambiente que não o agrada ele pode continuar neste trabalho, por mais algum tempo, pedindo orientação a Deus, mas já procurando uma outra oportunidade de emprego, "porque com certeza o Senhor abrirá uma nova porta".

O reverendo JR Vargas explica que a base do cristianismo é a fé. Sendo assim, ele deve confiar em Deus para que o Pai lhe proporcione um novo local de trabalho. "A Bíblia diz que o justo viverá por fé, e esta é a perspectiva que devemos ter", explica Vargas. Sendo assim, se um profissional está num ambiente que não condiz com sua postura cristã, ele deve, sim, se preparar para mudanças. "Sempre confiando em Deus, para que Ele lhe proporcione um trabalho num ambiente verdadeiramente sadio e que contribua para o seu desenvolvimento profissional", arremata.

Fonte: http://www.elnet.com.br

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Uma vez gay, gay para sempre?

O homossexualismo, à luz da Bíblia, não deixou e nunca deixará de ser pecado. Sendo pecado, é algo que nos afasta de Deus e, em suma (como todo e qualquer pecado), causa, em nós ou no outro, algum tipo de mal. Todas as atitudes catalogadas por Deus como pecado foram assim tipificadas não por Deus ser um irresponsável pretensioso que quer brincar com a nossa cara, escolhendo sem critério algum o que é correto e o que não é. Deus deseja que não cometamos pecado por este não nos fazer bem.

Muitos homossexuais, mesmo que inconscientes em relação ao fato de tal prática se constituir em atitude abominável a Deus, escutando uma vozinha interior que denuncia que algo não está certo, ou dando ouvidos a conselhos de pessoas cristãs, têm tentado deixar o homossexualismo.

Pra estes indicamos o livro citado abaixo, assim como o site http://www.exodus.org.br, crendo que Deus tem planos maravilhosos para cumprir em suas vidas e que, com certeza, o homossexualismo não faz parte destes  planos.

Ira & Tiago Campos 


Restaurando a Identidade – Uma nova liberdade para homens e mulheres

de Bob Davies & Lori Rentzel

Editora Mundo Cristão, 1997

 

Atenção: Este não é um livro teórico!!!

É um guia prático para quem deseja libertar-se da atração sexual por pessoas do mesmo sexo. Estuda a homossexualidade em todos os seus ângulos possíveis: biológico, espiritual, psicológico, social, relacional e bíblico. Foi escrito e prefaciado por pessoas que venceram o homossexualismo e o lesbianismo, e hoje, servem a Cristo de maneira vitoriosa.

Seus  capítulos foram escritos baseados em princípios bíblicos que podem ser aplicados à vida diária de quem está lutando contra tendências homossexuais. Suas páginas estão cheias de histórias de outros cristãos que lutaram contra o homossexualismo, venceram-no e hoje revelam porque fracassaram, como triunfaram e quais são os segredos que funcionam.
Restaurando a Identidade inaugura uma nova fase de debate e orientação sobre um dos assuntos mais cercados de tabu, incompreensão e preconceito.

“Uma vez gay, para sempre gay”.

É um conceito comum na comunidade homossexual. Muitos gays e lésbicas acham que nasceram homossexuais. Não se lembram que escolheram conscientemente ser atraídos por pessoas do seu próprio sexo. Por isso, a lógica corrente diz que o homossexualismo deve ser genético ou hormonal, e não há nada que possa ser feito a respeito disso.

Tal idéia parece lógica, mas não cremos que se fundamente na verdade. Tanto as Escrituras e muita literatura secular fornecem evidências de que o homossexualismo, apesar de profundamente arraigado e habitualmente praticado, pode ser vencido – como estilo de vida e como identidade.

Com bases firmes, tanto bíblicas quanto científicas, os autores trabalham a questão da plena restauração da sexualidade daqueles que se dispõem a tal. Mas, deixam muito claro que é uma caminhada longa, pois não existe mágica para a restauração rápida.

A história de Lori Rentzel e de Bob Davies

Nós, os autores deste livro, estamos trabalhando no campo do ministério com ex-gays desde 1969, quando nos engajamos na equipe de “Amor em Ação”em São Rafael, na Califórnia. Ambos estivemos envolvidos na liderança da “Exodus Internacional”, uma rede mundial de ministérios com ex-gays. Desde 1985, Bob tem servido como diretor executivo da “Exodus”. Apesar das semelhanças no envolvimento em nosso ministério, entramos neste campo de trabalho por motivos muito diferentes.

A História de Lori

Em uma noite de outubro de 1977, comecei o meu turno de conselheira por telefone para uma linha cristã especial de 24 horas atendendo pessoas em crise, em Mineápolis. Enquanto aguardava que os aparelhos começassem a tocar, uma amiga minha colocou um exemplar do “Amor em Ação” em minhas mãos. : “Lori, veja isto”.

Li que o “Amor em Ação” estava procurando alguém com capacidade para redigir, experiência em escritório, e interesse em homossexualismo, para trabalhar em seu escritório ministerial e colocar em ordem o material de aconselhamento.
“Parece que sou eu” disse, e minha amiga concordou. Além de aconselhar por telefone numa linha especial, estudei jornalismo na faculdade, trabalhei alguns anos como reporter de jornal, e na época era recepcionista. O mais significativo é que recentemente aprendera muita coisa acerca do homossexualismo, mais do que jamais havia esperado aprender.

Através de um relacionamento com uma amiga íntima que estava procurando ajuda cristã para vencer o homossexualismo, havia descoberto que essa ajuda era difícil de encontrar. Para pessoas saindo das drogas, do álcool, ou até mesmo da prostituição, havia grande quantidade de aconselhamento e apoio cristão. Para o homem e a mulher tentando abandonar o homossexualismo tal aconselhamento quase inexistia,
Além disso, em 1977, qualquer material sobre homossexualismo vista da perspectiva cristã era raro. Alguns poucos artigos equilibrados estavam disponíveis, mas a maioria deles era mal redigida, desencorajadores ou sensacionalistas. (“Fui libertado de dez demônios do homossexualismo, e agora estou totalmente livre!”)

Depois de ler o boletim do “Amor em Ação”, fiquei entusiasmada pela oportunidade de me envolver pessoalmente na mudança daquela triste situação. Uma troca de cartas e uma visita ao ministério confirmou a todos os envolvidos que eu pertencia ao “Amor em Ação”. Por isso, em janeiro de 1979, tomei um jato da “Northwest Oriente”, trocando a gelada Mineápolis pelas colinas verdejantes de San Rafael, na Califórnia.Eu acreditava apaixonadamente na cura prometida na Bíblia e na transformação das pessoas que saíam do homossexualismo e o lesbianismo. Meu alvo,quando cheguei ao “Amor em Ação”, foi transmitir essa esperança escrevendo. Mas nada que vale a pena vem com facilidade. Envolver-se no ministério com homens e mulheres mudando uma coisa tão profunda como a identidade sexual tem um preço. Eu não permaneci como uma observadora útil mas,  imparcial por muito tempo. Preparando-me para ministrar aos outros, Deus permitiu que eu enfrentasse os meus próprios e desesperadores pecados íntimos, minhas lutas, opiniões erradas e inseguranças.

Nos anos seguintes, morei nas casas comunitárias do ministério, partilhando a vida diária com homens e mulheres que estavam saindo do homossexualismo e lesbianismo. Passamos inúmeras horas conversando, orando, chorando, partilhando confidências – e, além disso, apenas saindo e nos divertindo juntos. Alguns dos meus melhores e mais profundos relacionamentos foram formados naqueles anos. Ao partilhar moradia e amizades com mulheres que buscavam a cura do lesbianismo, aprendi muito acerca de mim mesma. Áreas frágeis em minha própria identidade sexual vieram à tona. Embora nunca estivesse envolvida em um relacionamento lésbico, passei por um período de diversos meses durante os quais experimentei forte atração sexual e emocional por mulheres. Precisei examinar minhas feridas e atitudes, pedir ajuda e apoio de oração de homens e mulheres cristãos e de confiança que me cercavam.

Essas tentações particulares passaram, mas nunca mais vou considerar a minha sexualidade como uma coisa solidificada. E não passa um ano sem que eu questione, examine e ore sobre alguma faceta do que significa ser uma mulher ou descubra uma nova área de minha sexualidade que precisa  ser curada e redefinida. Como mãe de três filhas pequenas, tenho motivação maior para descobrir e abraçar todo o plano de Deus para mim como mulher.

A História de Bob

Não vou me esquecer nunca do dia quando, aos 14 anos de idade, li um livro para adolescentes sobre “os fatos da vida.” Quase no final havia um capítulo que descrevia os sintomas do homossexualismo. Para espanto meu, descobri que todas aquelas características se aplicavam a mim!
Fui criado na igreja; oração, leitura diária da Bíblia e freqüência semanal à Escola Dominical eram hábitos arraigados em mim. Então como eu poderia ter esse problema? Imaginei.

Em vez de buscar ajuda, escondi meus temores, afastei-me de todos e finalmente parei de freqüentar a igreja. Por que eu iria continuar freqüentando, quando Deus  parecia ignorar minhas mais profundas necessidades? No fim de minha adolescência, enquanto freqüentava o primeiro ano na Universidade de British Columbia, em Vancouver, no Canadá, consegui livros sobre homossexualismo e fiquei conhecendo a grande subcultura gay das cidades norte-americanas. Curioso, comecei a freqüentar livrarias para adultos e a ler revistas homossexuais. Apenas a culpa e o medo me afastaram de buscar encontros sexuais de verdade com outros homens.

Finalmente, diversos anos depois, fiz uma confissão de fé pública e fui aceito como estudante no Seminário de Prairie, em Three Hills, em Alberta, E.U.A . Durante os três anos seguintes, fui espiritualmente fortalecido com uma constante dieta da Palavra de Deus, tanto nas salas de aula como em meus estudos particulares. Minha auto-confiança desabrochou enquanto experimentava amizade íntima com outros homens – uma coisa que eu nunca experimentara antes. Mas mantive meus desejos homossexuais como um segredo profundamente oculto. Nos anos seguintes tentei esquecer minhas contínuas lutas homossexuais. Comecei o treinamento para o campo missionário. Continuava sendo sexualmente virgem, mas o impulso para os relacionamentos homossexuais estava se tornando mais forte. Então, um dia li um livro que mencionava o trabalho do “Amor em Ação”, e pedi o seu boletim mensal. Finalmente, em 1978, cheguei à conclusão de que minhas lutas sexuais nunca seriam resolvidas sem alguma ajuda especializada. Escrevi para “Amor em Ação”(cuja sigla em inglês é LIA, “Love in Action”) e pedi matrícula para o seu programa de internato. 

No verão de 1979, fiz algumas descobertas espantosas. Entendi que, por causa de minhas próprias lutas homossexuais, poderia dar apoio significativo a outros que enfrentavam batalhas semelhantes. E considerando que nunca me havia entregue a práticas sexuais, poderia oferecer valiosos conselhos sobre perseverança e guerra espiritual. Meu compromisso inicial de verão estendeu-se por seis meses, depois um ano.Antes que percebesse, a minha vida havia mudado radicalmente. Comecei a editar o boletim mensal do ministério, escrever nova literatura e falar em seminários locais.

Deus continuou operando em minha vida. Para grande surpresa minha, descobri que o homossexualismo não era o meu único problema. Os desejos ilícitos por pessoas do mesmo sexo eram apenas um sintoma externo de ferimentos emocionais mais profundos que precisavam de cura. Através do grupo de apoio do LIA, fui capaz de confessar francamente tais lutas como insegurança, o medo e a inveja que sentia dos outros homens. O amor incondicional de minha igreja também foi fundamental para o meu crescimento – especialmente o apoio de homens corretos. Por causa de minha função na equipe de “Amor em Ação”, todos conheciam o meu passado. Mas os homens em minha igreja não tinham medo de demonstrar sua aceitação através de um sorriso ou um abraço caloroso.

Durante toda a minha vida lutei contra sentimentos de inferioridade diante de outros homens. Mas, através da afirmação desses homens cristãos, lentamente comecei a sentir-me como mais “um dos rapazes”. Havia recebido um pouco dessa reafirmação do mesmo sexo no seminário, e a cura continuava…

Eu e Bob temos feito muita leitura e pesquisa sobre homossexualismo e lesbianismo, examinando-os de ambos os pontos de vista, o secular e o cristão. Ambos experimentamos muita cura em nossas vidas e sexualidade. Mas talvez a melhor coisa que temos para partilhar neste livro é a nossa experiência de viver durante anos “nas trincheiras” com homens e mulheres passando pelo processo torturante e espantoso de  serem curados em suas identidades sexuais. Estivemos lá, conversando sobre decisões, engalfinhando-nos com perguntas difíceis, vendo a esperança aparecendo no rosto das pessoas. Temos lutado juntos, partilhando a estrada da cura.

Temos testemunhado curas sólidas e substanciais em tantos homens e mulheres através dos anos que podemos dizer sem hesitação: “Existe cura para homossexualidade. Para o homem ou mulher que realmente desejam, há esperança e cura em Cristo”. Durante os 14 anos passados, conhecemos pessoalmente centenas de homens e mulheres que deixaram para trás o estilo de vida gay e lésbico. Vamos partilhar mais de suas experiências neste livro. Através de nossos anos de envolvimento prático no ministério, aprendemos que cada pessoa que procura vencer o homossexualismo é diferente. Aqueles que saíram do homossexualismo abrangem uma grande variedade de idades, personalidades, ocupações e denominações eclesiásticas.

Alguns ex-gays e antigas lésbicas estiveram antes mergulhados na subcultura homossexual de cidades como San Francisco ou Nova York por várias décadas. Outros enfrentaram uma luta silenciosa, não confiando em ninguém, jamais passando por uma experiência homossexual – mas lutando profundamente com fantasias e desejos por relacionamentos com pessoas do mesmo sexo. Agora, alguns desses homens e mulheres foram libertos do envolvimento gay há dez ou vinte anos. Eles não estão apenas contendo seus fortes anseios homossexuais ou lésbicos. Houve uma verdadeira solução para essa questão em suas vidas.

Não existe um plano idêntico de ação para cura, nenhum remédio instantâneo ou fórmula mágica. Alguns desses vencedores encontraram toda a ajuda de que precisavam em suas igrejas locais. Muitos outros encontraram apoio em um ministério local de ex-gays, como o “Amor em Ação”, que oferece aconselhamento e grupos de apoio em encontros semanais. Outros ainda, homens e mulheres – aqueles com sintomas profundamente enraizados e precisando de experiência profissional – buscaram terapia psicológica particular adicional.

Este livro não vai responder a todas as suas perguntas. Mas esperamos que sirva como introdução às questões mais importantes que você vai enfrentar quando buscar vencer o homossexualismo. Enquanto estiver lendo sobre como Deus operou nas vidas de outros homens e mulheres, verá outras opiniões e receberá encorajamento para o seu próprio processo de recuperação.

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Medo da Morte

 

Medo da Morte

A morte é, para muitos, simplesmente o fim da vida. Porém, esse é um conceito errado, principalmente, quando somos cristãos. A morte não é o fim para aqueles que amam e vivem a vida que Deus reservou para eles.

Infelizmente, o que acontece na igreja de hoje é que as pessoas não possuem a certeza da salvação em suas vidas. Da boca para fora muitos dizem que são salvos, são cheios de Deus, são repletos do amor de Cristo, são cheios de unção, são, são, são… O problema é a colocar em prática o que dizem.

Na prática isso não funciona dessa forma. Quando a tribulação aparece o “sou vitorioso” se transforma em “sou fraco”; o “sou bênção” se transforma em “sou amaldiçoado”; o “sou salvo” se transforma me “estou perdido”. E assim muitos não tomam posse do que Deus tem reservado para eles.

 
A certeza da Salvação em Cristo Jesus é alcançada quando deixamos que o próprio Deus efetue em nós essa salvação. Está escrito em Filipenses 2.13 porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade.

Basta que os cristãos de hoje consigam interiorizar a idéia de que a salvação é algo real em suas vidas. Sendo assim a morte já não tem mais lugar em nosso meio, pois temos a vida eterna conquistada por Cristo Jesus.

Somos mais vitoriosos, pois nosso Senhor já venceu por nós. Precisamos apenas aprender a resistir ao diabo e às suas investidas contra o Reino de Deus e contra os que habitam nesse reino.

O Senhor é a minha força, e o meu cântico; ele se tem tornado a minha SALVAÇÃO; é ele o meu Deus, portanto o louvarei; é o Deus de meu pai, por isso o exaltarei. Ex 15.2 

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A Morte da Morte na Morte de Cristo

 

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A MORTE DA MORTE NA MORTE DE CRISTO

Por Roberto do Amaral Silva

O titulo acima é de uma obra de John Owen, escritor e teólogo, publicada em 1647. Não nos interessa aqui o conteúdo desse livro (de cunho polêmico), cujo objetivo é defender a redenção efetuada por Cristo na cruz apenas para os eleitos e predestinados, conforme ênfase da doutrina da predestinação de João Calvino e teólogos calvinistas.

O título sim, nos chama a atenção: “A morte da morte na morte de Cristo”. Mas o que significa, afinal, a palavra “morte” nas três vezes em que ocorre nesta sentença?

Em primeiro lugar, todos os homens são pecadores e, por isso, sujeitos à morte física e espiritual. Em segundo lugar, essas duas mortes, física e espiritual, morrem na vida dos que estão em Jesus Cristo. Quer dizer, a morte que tanto nos aflige e nos tira a alegria já tem sua morte decretada em Cristo. Em terceiro lugar, a morte da morte só é possível na morte de Jesus Cristo. É a “morte” de Cristo que causa a “morte” das “mortes” física e espiritual.

Complicado? Vejamos. Em 2Timóteo 1.10, Paulo escreve que Jesus Cristo não só destruiu a morte como também trouxe a vida e a imortalidade. Quando Cristo morreu na cruz, fazendo-se maldito em nosso lugar, teve o propósito deliberado e planejado de nos conceder vida eterna.

Concluímos dizendo que a morte da morte na morte de Cristo é um fato que nos deve levar a amar mais o nosso Senhor. Por que Jesus Cristo teve de passar pela morte? Para anular a morte, que foi decretada contra nós por causa do pecado. A morte física, que desaba sobre nós como uma guilhotina sobre a cabeça do condenado, e a morte espiritual, que traz a conseqüente e terrível morte eterna, são inevitáveis resultados do pecado. Mas a vitória do cristão está garantida, como diz o apóstolo: “Graças a Deus, que nós dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Co 15.57).

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+ piadas e charges evangélicas

+ Piadas Evangelicas / Piadas Gospel
 
 
O Milagres das Galinhas
 
Um dia, Pedro levou Jesus para almoçar em sua casa. Ele sabia que Jesus gostava muito de comer coxa de galinha. Mas, como estava com muita fome, antes que Jesus chegasse, Pedro não resistiu e comeu uma das coxas da galinha. Quando Jesus quando foi comer olhou e disse:
-Pedro onde está a outra coxa da galinha?
Pedro respondeu:
-Veja, Senhor, as galinhas dessa região têm somente uma perna.
-Verdade?! Perguntou Jesus admirado com o fato que desconhecia. E continuou:
-Então, vamos lá no seu galinheiro ver como é isso.
Quando chegaram no galinheiro, já estava anoitecendo e todas as galinhas estavam com um dos pés encolhidos, prontas para dormir. Jesus, vendo aquilo, espantou as galinhas:
-Xô,.Xô, Xôôôôô galinhas!
No susto, as galinhas correram, colocando os dois pés no chão. Mais que depressa, Pedro reage:
-Oh! Senhor, como sempre fazendo milagres!
 
 
 
Só Um Minuto
Um homem: Deus, quanto é um milhão de dólares para você?
Deus: É menos que um centavo.
Um homem: Deus, quanto é um milhão de anos para você?
Deus: É menos que um minuto
Um homem: Deus, você poderia, por favor, me dar um centavo?
Deus: Claro, só um minuto…
 
 
 
O Bêbado se Achando
 
… estavam os irmãos evangelizando na rua, e de repente surgiu um bêbado na frente deles. E eles estavam tentando "converter" o pau-dágua, quando ele vira para os crentes e diz: EU SOU DEUS !!!
Os irmãos se escandalizaram com aquilo, e falavam para ele não fazer aquilo, não brincar com Deus, e ele respondeu:
– Ah.. (hic), é miesssmuu ? Entãoum eu vô (hic) prrrovar provocêis… (hic)
Aí ele foi na frente, cambaleando e os crentes foram todos atrás dele, até que ele entra num bar. Ele bate no balcão e diz:
– Aí, barméin… voltei (hic)
O dono do boteco quando viu, falou:
– Ah, meu Deus… de novo…
Ele virou para os crentes e disse:
– Ieu nãoun falei queu eu era Deus (hic) ??
 
 
 
Telefonema pro Pastor
Um membro telefonou ao pastor às 7 horas da manhã de terça-feira. Indignado, disse acusadoramente:
– Ontem eu procurei pelo senhor a tarde toda!
– Segunda é meu dia de folga – respondeu o pastor.
0 membro, ainda mais indignado, retrucou:
– 0 diabo nunca tira folga!
– Desde quando – perguntou calmamente o pastor – o diabo é o meu exemplo?
 
 
 
Mal Entendido
Certo homem foi informado que a sua esposa o estava traindo. O informante lhe deu as caracteristicas do amante.
O traido resolveu pegar no flaga e para isso se colocou de guarda proximo de sua casa.Derrepente surge um homem com as caracteristicas descritas pelo informante.Ele vai logo perguntando:
– De onde você vem? Fala logo ou morre!
O coitado que estava vindo da Igreja foi logo dizendo:
– Estou vindo da casa do Senhor.
– Te peguei! Pá! Matou o coitado do irmão.
 
 
+ Charges Evangélicas / Charges Gospel
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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O Avesso da Prosperidade

 

 

Tantos têm continuamente se perguntado: ”Como posso alcançar a benção da prosperidade?” Realizar esta pergunta, por si só, não é um pecado, o problema surge quando a resposta a este questionamento se torna o alvo maior da vida do indivíduo, e/ou quando aquele que deseja tal coisa não se preocupa a que custo alcançará essa suposta prosperidade.

Visando responder a tal pergunta, correntes e denominações evangélicas, já há tempos, têm disseminado no meio do rebanho a famigerada Teologia da Prosperidade, que deturpa e inverte conceitos bíblicos à conveniência de quem dela se utiliza para manipular o público, enganando-o com promessas que não encontramos na Palavra, criando métodos anti-bíblicos para se adquirir bênçãos, tornando a prosperidade um fim em si mesmo e, desse modo, substituindo Jeová por Mamom.

Postamos abaixo dois textos que versam sobre essa falsa teologia. No primeiro, um resumo de uma entrevista feita com Paulo Romeiro, o pensador cristão discorre sobre a relação entre o neopentecostalismo e a busca irresponsável pelas transitórias bênçãos materiais. No segundo, o pastor Caio Fábio, respondendo a uma carta de um irmão mineiro, enquadra, sem meias palavras (como de praxe), a Teologia da Prosperidade como “coisa do Diabo”.

Particularmente, sonhamos com o dia em que todos os que se dizem cristãos deixarão de se enganar pelas suas próprias concupsciências, assumirão a posição de servo fiel e submisso ao Senhor dos senhores, e viverão não mais o Evangelho da satisfação pessoal, mas o Evangelho segundo Jesus Cristo.   

Ira & Tiago Campos

 


Decepcionado com Deus

Ao decepcionar-se numa igreja, o crente vai em busca de outra. Nas grandes cidades, detecta Romeiro, há um contingente significativo de evangélicos que circulam, constantemente, de igreja em igreja, constituindo o fenômeno que os sociólogos chamam de “trânsito religioso”.

A tese de Romeiro está descrita em trabalho de doutorado em teologia. A tese foi transformada em livro e deverá ser lançado entre abril e maio sob o título Decepcionados com a graça – Esperanças e frustrações no Brasil neopentecostal, pela editora Mundo Cristão.

O "nômade da fé", descreveu Romeiro na entrevista à Eclésia, “busca respostas imediatas aos problemas, "uma vez que vivemos na era da velocidade. Se as respostas não chegam rápido, o sujeito procura um nova igreja”.


E o que essas pessoas que são atraídas às igrejas neopentecostais buscam? Que fiquem ricas, sejam curadas de todo tipo de doença e que todos os seus problemas sejam resolvidos, desde a falta de dinheiro até a falta de emprego. Essas são promessas da teologia da prosperidade, que propõe banir a pobreza, a doença.

O problema não está na prosperidade, mas na teologia, assinalou Romeiro. Para a teologia da prosperidade, o crente "deve morar em mansão, ter carrões, muito dinheiro e nunca ficar doente. Quando isso não acontece, é porque ele está sem fé, em pecado ou debaixo do poder de Satanás", explicou o pastor da Igreja da Trindade.

Romeiro mudou a lógica no argumento: "Ora, se formos avaliar a vida espiritual de uma pessoa pela casa onde mora ou pelo saldo bancário, temos que concluir que muitos jogadores de futebol e artistas têm uma comunhão com Deus fora do comum. E isso não é verdade.”

Hoje em dia, analisou o pastor, as pessoas na igreja funcionam na base da emoção, e não pela reflexão. A teologia da prosperidade e todo esse clima de emoção têm forte apoio na mídia, um instrumento que as igrejas neopentecostais sabem trabalhar muito bem.

 “Creio que o fator principal que garante a sobrevivência do movimento neopentecostal é o seu investimento pesado na mídia e o seu sucesso em colocar a igreja no mercado e as políticas do mercado na igreja", avaliou Romeiro na entrevista à Eclésia.

Isso ainda vai durar algum tempo, representando crescimento dos principais grupos neopentecostais no Brasil. Mas não têm mais o mesmo ímpeto que tinha no passado.

Romeiro entende que, "na medida em que os adeptos vão se decepcionando com a mensagem e a falta de ética de alguns segmentos neopentecostais, creio que haverá uma volta à Bíblia por parte de muitos. Por isso, as igrejas cristãs devem estar preparadas para receber e ajudar tais pessoas", recomendou.

Na entrevista, Romeiro também questionou o fato de mais e mais pessoas se converterem e a situação da nação brasileira ficar cada vez pior, basta analisar os casos de violência, o tráfico de drogas, que estão "fora do controle das autoridades". “Que Evangelho é esse que não afeta a sociedade para melhor nem transforma pecadores em santos?”

O neopentecostalismo, definiu, é "vigoroso na sua ação evangelizadora, na capacidade de agrupar pessoas, mas frágil na sua ação disciplinadora".

 

Fonte: http://www.mundocristao.com.br

 

 


A Desgraça Da Teologia Da Prosperidade

Carta de André Pompeu, de Itajubá , MG, ao pastor Caio Fábio.

 

Rev. Caio Fábio, como vai? Gostaria de saber do senhor por que quase todo “crente da prosperidade”, de várias vertentes evangélicas, sempre têm discursos megalômanos, de conquistar, de ser, de poder-ter? Por que eles só falam disso? Por que eu quase não vejo nesses crentes a disposição de servir – não de ser servido por um deus capacho; de dar – não de receber?

 

Isso sem falar do resto do cristianismo como religião de controle e manipulação, que quer porque quer impor o reino de Deus na terra como se isso fosse uma coisa literal… Quando eles vão tomar consciência que o Reino não vem com visível aparência, porque está em cada um de nós, conforme vamos crescendo no conhecimento do Evangelho e da Graça de nosso Senhor Jesus Cristo? Esse negócio de querer impor esse reinado literal na terra, através de guerras, de manipulação, por meio de homens que só tem em mente o PODER TER, não cheira a Anticristo?

 

O cristianismo está se tornando megalomaníaco novamente, meu querido pastor? Será que eu estou tendo um surto psicótico agora mesmo, a essa hora da madrugada? Não sei… Passo a bola pra senhor… Um beijo no senhor.

 

 

Resposta de Caio Fábio: Meu caro amigo no Senhor: Graça e Paz!
Como é possível crer que o significado da vida é feito de bens e posses; de poderes e cargos importantes; de superioridade sobre os demais por se ser “filho do Rei”; crer que Deus responde ao dinheiro muito mais do que a uma oração quebrantada; e entender prosperidade como algo a ser medido por conquistas materiais – e não colocar o coração em poder-ter e em “ser-alguém” porque se tem poderes ou posses?


Simplesmente é impossível confessar tais coisas, e pensar que o resultado e o significado podem ser diferentes. Sim, porque cada um fica do tamanho do seu ídolo-teológico; e também cada um se torna a imagem de sua própria confissão com a boca. Esses senhores da prosperidade são filhos da avareza, que é idolatria; posto que só se ocupam das coisas desta vida. Paulo diria que o “Deus deles é o seu próprio ventre”. A desgraça chamada de Teologia da Prosperidade é uma das coisas mais demoníacas que já aconteceram à “igreja”; e uma das principais responsáveis por pegar o que restou da Igreja, saqueando-a de suas ultimas purezas, e, assim, tornado-a “igreja”.

 

Ora, a tal “Prosperidade Idólatra e Materialista”, além de ser total perversão da mensagem e sentido do Evangelho Eterno, acontece também, entre outros fatores, em razão do complexo de inferioridade da “igreja”; e também em razão de que a maioria dos proponentes de tal “teologia”, quase sempre, são pessoas de origem simples, e que viveram na pobreza, ou que não tiveram muita instrução, ou que viram na “igreja” o melhor negócio de suas vidas. Afinal, que negócio é mais lucrativo na Terra do que a religião? Veja: Não dá nada pra ninguém e recebe de todos; não vende nada material, mas recolhe grana como quem vendeu diamantes invisíveis; não investe em produção, mas ganha muito como indústria de promessas de milagres; não tem que manufaturar nada, pois apenas tem que manipular tudo; não tem que convencer ninguém de nada, posto que, pela pobreza, pelo medo, e pela infelicidade da existência, tais indivíduos, os “fiéis”, já compraram o “pacote” como quem compra o poder de um “despacho”, etc. Isto porque a visão de Deus anunciada nesses grupos é a de um “Deus” perverso, avaro, ganancioso, inescrupuloso, louco por prata e ouro, e que não agüenta receber uns trocados sem dar uma demonstração pagã de poder (coisa de pequenas e medíocres divindades).

 

Desse modo, meu irmão, ainda que conhecendo milhares que conhecem a Deus mesmo na “igreja”, a maioria, entretanto, apenas sabe de Deus pela boca doutrinária de terceiros, o que os deixa à mercê das intenções de todos os inescrupulosos. Enquanto os “evangélicos” não pararem de ouvir somente os “pastores”, e passarem a ler de fato a Bíblia que apenas carregam como amuleto divino em baixo do braço, o paganismo reinará na “igreja”. O povo perece sempre por falta de conhecimento de Deus e da Palavra! Essa tal “teologia” é o conteúdo espiritual de um deus pagão. Sim, um deus que responde à mecânica ritual das campanhas de prosperidade, e que se deixa mandar pelas ordens e caprichos dos pastores; e que, além disso, faz acepção de pessoas, pois, apenas é bom para os que dão dinheiro a “ele”; e também só é bom para aqueles que não faltam os encontros com “ele” nos horários predefinidos pelos “seus” donos na terra: os sacerdotes da religião.

 

No caso em questão, falo dos “sacerdotes” da religião evangélica; que foi a mais afetada por essa filosofia dos gurus indianos na América na década de 60 e 70. Sim, porque a “Teologia da Prosperidade” apareceu na carona do “deus rico” dos gurus da Califórnia; e seu conteúdo é idêntico ao “deles”; ou seja: a divindade tem seus “gurus”, os quais, em sendo “servidos pelo povo”, carreiam para os “servos” as bênçãos que apenas são liberadas, se eles, os gurus, forem servidos abundantemente e em primeiro lugar. Como se não bastasse, essa tal “teologia” também é feita do mesmo material de conteúdo das principais correntes da mecânica da neuro-lingüística da Nova Era. Desse modo, Deus virou deus; e de Criador passou a Criado; e de Provedor virou Garçom de Crente; e de Senhor passou a ser Servo das ordens e caprichos dos pastores que “o” controlam, e dos crentes que com “ele” fazem suas barganhas. De fato estamos falando de uma “coisa” que seria mais bem chamada de Evangecumba.

 

Sim, a “teologia da prosperidade” não passa de paganismo feito dos mesmos elementos mântricos e das mesmas repetições pagãs às quais Jesus denunciou. Você pergunta se isto é anticristo? Ora, é claro que é. Por muito menos Paulo disse que os judaizantes de seus dias – os quais eram teologicamente “puros” perto dos proponentes da “prosperidade” -, eram “inimigos da cruz de Cristo”. Preste bem atenção: Eu não tenho a menor dúvida que tudo isto que acontece à “igreja” hoje é coisa do diabo, e creio que o “espírito” que age em tais lugares, não é o Espírito de Deus, mas o espírito do mundo que jaz no maligno. Ora, esta não é uma opinião minha, pois, quem quer que seja honesto, e que conheça a Palavra, haverá de saber que tudo o que disse acima é verdade conforme Jesus e o Evangelho Eterno e Imutável.

 

Desse modo, não tenho nenhum temor quanto a dizer que entre muitos que são sinceros, ainda que enganados pela total ignorância espiritual na qual vivem, há também uma legião de mal intencionados, os quais, na sua maioria, não são os crentes, que apenas ouvem o que é dito, mas sim os pastores que se fizeram mediadores entre os pobres crentes e “Deus”. Ora, para mim, tal realidade equivale a ver “o abominável da desolação assentado no lugar santo”, e dando ordens em nome de Deus, como se Deus mesmo eles fossem. O “Cristianismo”, como em abundancia aqui tenho escrito, é mais uma Religião Pagã. Em seu meio, desde o inicio – ou seja: desde Constantino, que é o seu criador -, o que prevaleceu foi à magia, a bruxaria que buscava bruxas para matar com mórbido t…, e toda sorte de tentativas de controle do nome de Deus a fim de manipular o povo ou negociar com os príncipes e com as potestades políticas.

 

Vejo todas essas maneiras perversas de relação com “Deus”; e também vejo como sendo coisa que se equivale à bruxaria dos “Enoquianos”, por exemplo, que é uma seita que crê que, por meio de palavras mágicas de ordem, pode-se por os anjos a serviço do homem, quando este bem entende, sendo os anjos sujeitos aos homens e aos seus caprichos. Somente quem não conhece a Jesus e Sua Palavra pode pensar que minhas palavras são ácidas. Pois, quem de fato conhece a Palavra, sabe que não digo aqui nada que Paulo, Pedro e Judas não tenham dito em suas cartas e epistolas. E mais: somente quem não conhece o espírito do Evangelho e seu conteúdo, é que pode se entregar à loucura, ao devaneio, ao surto da “teologia da prosperidade”, crendo que se trata de algo genuíno ou de Deus. O “Deus” ensinado pela “teologia da prosperidade” é a cara do Diabo!

 

Assim, meu irmão, não perca mais seu tempo com esses caras e nem com tais loucuras, pois, de certo, o fim deles, não será bom; especialmente o fim daqueles muitos que se servem de tais práticas apenas para enganar o povo, conforme um vídeo novo do senhor Edir Macedo, e que circula pela net, no qual, sem pudor, ele ensina seus “pastores”, explicitamente, acerca de como devem proceder para arrancar grana do povo, mesmo e especialmente dos pobres. Ora, o escracho e maldade propostos, são explicitas, e ainda a se faz afirmar a partir da seguinte convicção: “No meio daquele povo, vai ter gente não gostando… Mas e daí? Tem que dar. E sempre tem gente para dar…” Deus é Vivo! E todos eles, logo, logo, estarão diante do Eterno; e então verão com quantos paus se faz uma eterna cangalha!

Receba meu carinho!
Fique firme no Evangelho da Graça!


Nele, em Quem a prosperidade é riqueza de boas obras e amor, e não grana e poder humanos,

 

Caio


Fonte: www.caiofabio.com

 

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Curiosidades Bíblicas – Parte 7

 

Os números na Bíblia

Alguns números na Bíblia aparecem tão freqüentemente que trazem consigo alguma simbologia. Aos números seguintes normalmente se atribuem os significados:
3 – número da Trindade, é o número de Deus.
4 – número da natureza e da criação; 4 são os pontos cardeais.
7 – o sagrado e a totalidade; são 7 dias da semana, o sétimo dia é de descanso, 7 dias da criação, além de aparecer várias vezes no apocalipse como julgamento de Deus; 7 também são as notas musicais e as cores do arco-íris.
6 – o número da imperfeição, pois falta 1 para 7.
10 – número completo; 10 são os mandamentos.
12 – número do povo de Deus; são 12 tribos de Israel, 12 discípulos de Jesus.
40 – representa um grande período, um arredondamento comum na Bíblia; foram 40 anos no deserto, 40 dias da tentação de Cristo, 40 anos de governo de Davi.
1.000 – representa uma multidão.
144.000 – multiplicação de 12 (tribos) por 12 (apóstolos) por 1.000 (multidão); é a totalidade da Igreja de Deus.

 

 

As horas do Novo Testamento

Lendo o Novo Testamento, você deve ter percebido as referências à sexta hora, nona hora, e assim por diante. Abaixo, para facilitar sua vida, uma tabela com a comparação destas horas no sistema moderno:

Romano / Moderno

1a hora (prima) / 6h

3a hora (tércia) / 9h

6a hora (sexta) / 12h

9a hora (nona) / 15h

12a hora (duodécima) / 18h

1a Vigília (da tarde) / 18h às 21h

2a Vigília (da meia-noite) / 21h às 24h

3a Vigília (do cantar do galo) / 24h às 3h

4a Vigília (da manhã) / 3h às 6h

 

 

Pesos e medidas

Alguns pesos e medidas que aparecem na Bíblia são muito estranhos para nós.

Abaixo, uma lista com alguns deles:
– Estádio: 185 metros
– Caminho de um sábado: 1,11 quilômetros
– Talento: 34 quilos
– Siclo: 11,5 gramas
– Côvado: 50 centímetros (varia muito)
– Ômer: 220 litros
– Efa: 22 litros

 

 

Bíblia Católica x Bíblia Protestante

Se você já teve ambas as Bíblias em mãos, certamente percebeu algumas diferenças. Os textos são idênticos, porém há livros a mais na versão católica. Toda a diferença está no Antigo Testamento. A parte do Novo Testamento é a mesma.

O que aconteceu foi o seguinte. Há duas coleções de rolos sagrados organizados pelos judeus: a da PALESTINA (com 39 livros, que só aceitam textos escritos na terra de Canaã) e a de ALEXANDRIA (a Septuaginta, com 45 livros, que acrescentou obras escritas em grego fora da Terra Santa). Com alguma controvérsia, a Igreja Católica utilizou a coleção de Alexandria na Bíblia até a Reforma Protestante. Nesta, Lutero (1483-1548 d.C.) optou pelo grupo de livros da Palestina.

Estes “livros extras” da Bíblia Católica são chamados, pelos católicos, de deuterocanônicos, e pelos protestantes, de apócrifos. Estes livros são os seguintes:
– Tobias
– Judite
– Repouso de Ester (acréscimo do livro de Ester)
– Sabedoria de Salomão
– Eclesiástico (não confundir com Eclesiastes)
– Baruque
– Cântico dos Três Mancebos (acréscimo a Daniel após o capítulo 3.23)
– História de Suzana (ampliação do livro de Daniel)
– Bel e o Dragão (outro acréscimo a Daniel)
– I Macabeus
– II Macabeus

O mais importante de todos eles, sem dúvida, é I Macabeus, que conta a história de Israel no período independente do segundo século antes de Cristo.

Fonte: http://www.curiosidadesbiblicas.com.br

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